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Clínica de Recuperação de Álcool e Drogas - Tratamento para Dependentes Químicos Internação Voluntária e Involuntária
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O que é Adicção

Do inglês addiction, significa uma dedicação total.

Dependente Químico
Usuário
Síndrome de abstinência
Dependência
 

Adicto

Do latim addictus (entregue a alguém como escravo). Define-se como uma pessoa francamente propensa a uma determinada prática - uma crença, uma atividade, um trabalho - ou partidária de determinados princípios, no caso aqui tratado, as drogas e ao comportamento destrutivo

A adicção e uma doença comportamental, onde o individuo “adicto” determina (escraviza) sua vida de forma compulsiva e obsessiva por algo, alguém, idéia, fenômeno ou situação.

Os comportamentos adictivos comportam sempre um grande sofrimento para o indivíduo e para todos aqueles que o rodeiam, sob vários pontos de vista.

A adicção é uma doença, incurável, progressiva e fatal. Ela causa danos à mente, ao espírito humano, e ao corpo físico. Em seu nível extremo, pode levar o doente à demência ou até mesmo a morte.

A adicção é perceptível desde a infância, porém seus sintomas se agravam com o tempo, caso passe despercebida e não seja tratada.

A adicção leva o portador “adicto” a crer plenamente que seus comportamentos estão sempre corretos fecha-se em sua realidade doentia, e todos a sua volta estão sempre errados, tem grande dificuldade em aceitar regras, age com grande manipulação, é articulado e em alguns casos comportamento agressivo, não suporta ser contrariado, tem baixa tolerância à frustração e sempre tem bons argumentos para tudo, como se todos os seus problemas fosse culpa dos outros, costuma atingir as pessoas que mais ama, dentre muitos outros comportamentos doentios.

Sendo que as drogas como o álcool, crack, cocaína, LSD, extasy, maconha, dentre outras é um agravante arrebatador para a progressão da doença, levando o adicto ao mais alto grau de degradação e sofrimento, e à morte.

Porém existem tratamentos, minimizando seus efeitos, proporcionando assim, uma vida mais saudável e sã ao adicto. Uma vida, no mínimo, livre dos horrores da escravidão nas drogas.

A negação e não percepção da realidade de fato, são características especificas da doença, dificultando muito o tratamento e a recuperação do adicto, que está em uso.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) não classifica o usuário dependente como adicto uma vez que se considera que o abuso de drogas não pode ser definido apenas em função da quantidade e freqüência de uso.

Dependência Química

É uma doença na qual o individuo tem uma pré-disposição a um abuso de determinadas substâncias, e o que denominamos de fator X, para esclarecer melhor este fator é o que determina a diferencia entre um alcoólatra e um individuo que bebe socialmente, o dependente químico e um simples usuário.

A dependência química pode ser tanto genética, como se desenvolver ao longo dos anos, onde o usuário passa a tornar-se um dependente químico.

A dependência química também é uma doença progressiva, incurável e fatal, se não tratada leva o dependente químico a degradação total chegando a casos de demência e morte
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Dependente Químico

Uma pessoa só deve ser considerada dependente químico se o seu nível de consumo incorrer em pelo menos três dos seguintes sintomas ou sinais, ao longo dos últimos doze meses antecedentes ao diagnóstico:

a) forte desejo ou compulsão de consumir drogas;

b) incapacidade de controlar a ingestão de drogas, em termos de início, término ou nível de consumo (perde o controle e a noção de quantidade e tempo de uso)

c) uso de substâncias psicoativas para atenuar sintomas de abstinência, (usa outras drogas ou outros meios para amenizar a falta da droga);

d) estado fisiológico de abstinência;

e) evidência de tolerância, necessitando doses crescentes da substância requerida para alcançar os efeitos originalmente produzidos;

f) estreitamento do repertório pessoal de consumo, quando o indivíduo passa, por exemplo, a consumir droga em locais não propícios, a qualquer hora, sem nenhum motivo especial etc.;

g) negligência progressiva de prazeres e interesses outros em favor do uso de drogas;

h) persistência no uso de drogas, mesmo apresentando clara evidência de manifestações danosas;

i) evidência de que o retorno ao uso da substância, após um período de abstinência, leva a uma reinstalação rápida do quadro anterior.

Usuário

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a seguinte classificação para as pessoas que utilizam substâncias psicoativas:

a) Não-usuário: nunca utilizou;

b) Usuário leve: utilizou drogas, mas no último mês o consumo não foi diário ou semanal;

c) Usuário moderado: utilizou drogas semanalmente, mas não diariamente no último mês;

d) Usuário pesado: utilizou drogas diariamente no último mês.

Segundo considerações de saúde pública, sociais e educacionais, uma publicação da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) distingue entre quatro tipos de usuários:

1- Usuário experimental ou experimentador: limita-se a experimentar uma ou várias drogas, por diversos motivos, como curiosidade, desejo de novas experiências, pressão de grupo etc. Na grande maioria dos casos, o contato com drogas não passa das primeiras experiências.

2- Usuário ocasional: utiliza um ou vários produtos, de vez em quando, se o ambiente for favorável e a droga disponível. Não há dependência, nem ruptura das relações afetivas, profissionais e sociais.

3- Usuário habitual ou "funcional": faz uso freqüente de drogas. Em suas relações já se observam sinais de ruptura. Mesmo assim, ainda "funciona" socialmente, embora de forma precária e correndo riscos de dependência.

4- Usuário dependente ou "disfuncional" (dependente, toxicômano, drogadito, farmacodependente, dependente químico): vive pela droga e para a droga, quase que exclusivamente. Como conseqüência, rompe os seus vínculos sociais, o que provoca isolamento e marginalização, acompanhados eventualmente de decadência física e moral.

Síndrome de abstinência

Conjunto de sinais e sintomas decorrentes da falta de drogas em usuários dependentes.

Caracteriza-se por sensações de mal-estar e diferentes graus de sofrimento mental e físico, particulares para cada tipo de droga.

Manifestação de um desajuste metabólico no organismo provocado pela suspensão do uso de algumas substâncias.

Quadro clínico que revela a falta que determinada substância está fazendo ao metabolismo orgânico.

Algumas síndromes de abstinência podem ser tão graves ao ponto de colocar em risco a vida da pessoa, como é o caso da abstinência do álcool e da heroína.

Dependência física

Quando a droga é utilizada em quantidades e freqüências elevadas, o organismo se defende estabelecendo um novo equilíbrio em seu funcionamento e adaptando-se à droga de tal forma que, na sua falta, funciona mal.

Estado de adaptação do corpo, manifestado por distúrbios físicos quando o uso de uma droga é interrompido.

Na dependência física, a droga é necessária para que o corpo funcione normalmente

Dependência

Faz parte da natureza do homem, uma vez que toda a existência humana está compreendida entre estados de dependência.

Durante a vida, o ser humano cria relações de dependência com objetos, pessoas e situações. Algumas dessas relações são importantes para o bem-estar, outras causam prejuízo, perda de autonomia etc.

Vínculo extremo onde a droga é priorizada em detrimento de outras relações. Na falta da droga, as pessoas que se acostumaram a consumi-la, são invadidas por sintomas penosos.

Pode ser a conseqüência de um desejo sem medida.

Termo recomendado em 1964, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), para substituir outros com maior conotação moral como "vício".

A dependência constitui-se a partir de três elementos:

1- A substância psicoativa com características farmacológicas peculiares;

2- O indivíduo com suas características de personalidade e sua singularidade biológica;

3- O contexto sócio-cultural dinâmico e polimorfo, onde se realiza o encontro entre o indivíduo e o produto.

Existem dois tipos de dependência: dependência física e dependência psíquica.

Por ocasião da 9ª Revisão da Classificação Internacional das Doenças, os aspectos psicológicos e físicos foram unificados sob a definição de dependência de drogas. Esta mudança ocorreu, pois no passado julgou-se erroneamente que as drogas que induziam a dependência física (e conseqüentemente à síndrome de abstinência) seriam aquelas perigosas (foram por isso chamada de drogas pesadas - "hard drugs") ao contrário das que induziam apenas dependência psíquica (as drogas leves - "soft drugs"). Sabe-se hoje, que várias drogas sem a capacidade de produzir dependência física geram intensa compulsão para o uso e sérios problemas orgânicos. Portanto, soaria estranho classificá-las como drogas "leves". Assim, hoje aceita-se que uma pessoa seja dependente, sem qualificativo, enfatizando-se que a condição de dependência seja encarada como um quadro clínico.

Toxicomania

Do grego toxicon: veneno no qual as flechas eram embebidas; mania: loucura. Comportamento de dependência em relação a uma ou mais substâncias psicoativas. (Dicionário Larousse)

Conforme o Dictionnaire des Drogues, a observação dos comportamentos da adicção em relação a drogas tais como o álcool e o ópio data do começo do século XIX. A partir de 1840, o uso de produtos psicotrópicos se diversifica e se generaliza entre a população. O conceito de alcoolismo foi estabelecido em 1849 pelos cientistas. Em 1875, fala-se de cocainomania e morfinomania. O termo genérico de toxicomania, utilizado desde 1880, designava as condutas de adição em relação a diversas drogas. Agrupou-se, em seguida, o termo toxicomania às práticas mais diferentes de consumo, enquanto que a origem dos critérios era o comportamento aditivo, compulsivo e provocador de uma situação de desmame quando da suspensão do produto. O termo designa igualmente o fenômeno do consumo de drogas com uma conotação patológica, médica.

Tradicionalmente: forma de comportamento que, recorrendo a meios artificiais - "os tóxicos" ou "as drogas" - visa tanto a negação dos sofrimentos como a busca de prazeres. Trata-se, pois, de uma situação psicoafetiva estruturando-se para encontrar um estado almejado que deve funcionar como euforizante das satisfações que o indivíduo não encontra na vida cotidiana.

E o CRAD – Clínica de Recuperação de Álcool e Drogas se dispõe a tratar este mal de forma ética, com psicoterapia para o desenvolvimento da autonomia mental e espiritual do paciente.

Também oferecemos o serviço de remoção em todo o território nacional, indo até o dependente onde ele estiver 24 horas por dia 365 dias por ano.

   Desenvolvendo nosso trabalho da forma mais humanitária possível nos tornamos referência tanto em Remoção quanto em Internação.

   A clinica CRAD oferece acompanhamento médico, terapêutico, psicológico, psiquiátrico e jurídico, proporcionando, assim, todo o suporte para a completa recuperação de nossos pacientes.

 

 
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